Lembram em janeiro, quando postei um pouco sobre anti-folk e falei sobre dois filmes que possuíam músicas do gênero na trilha sonora? Então, vou aproveitar hoje para postar a soundtrack do filme Juno, uma das minhas favoritas.
Bom, antes de listar as músicas, vou falar um pouco sobre o filme, né? Não adianta nada eu falar mil maravilhas da soundtrack e vocês não terem ideia de que filme estou falando (mesmo eu crendo que a maioria de vocês já tenham ouvido falar algo sobre).
O filme basicamente conta a história de Juno que engravida aos 16 anos do seu amigo Paulie Bleeker. No começo ela pensa em abortar, mas posteriormente busca casais para a doação do futuro bebê. E nessa procura, encontra Vanessa e Mark, o casal disposto para adotar.
É nesse enredo que ouvimos a voz de Kimya Dawson e sua banda The Moldy Peaches e até mesmo um cover dos protagonistas cantando e tocando "Anyone Else But You". E ainda ouvimos clássicos, como o Sonic Youth, Velvet Underground e Kinks.
Ok, chega de falação. Aqui vai a lista completa das músicas:
Touch (The Original Undeniable Charismatic Homme, que significa “homens originais inegavelmente carismáticos”) é uma boyband coreana (kpop) que estreou em outubro de 2010. Eu os descobri fazendo uma pesquisa sobre Sun Woong depois de assistir a minissérie Ma Boy (sugerida pelo Chocolat a la Menthe).
Touch é patrocinado pela YYJ entertainment e era inicialmente composto por sete membros. Eles estrearam com a música “Me (난)”, totalmente contagiante e com uma coreografia incrível, seguido da música “Killin’ Me”.
Depois da saída de dois membros (Da Bin e Min Seok), lançaram a música “Rockin’ the club”, totalmente envolvente e com uma coreografia igualmente espetacular, que foi regravada com a saída de mais um membro (Han Jun) e a entrada de Jae Wook.
Em abril de 2012 houve a saída de Young Hun e Jun Yong e a entrada de Cheolmin (que se tornou líder da banda) e de Kang Hyun. Com a reforma de Touch, os cinco lançaram a mais nova música “Let’s Walk Together”, um pouco diferente do estilo das outras, com uma coreografia mais simples, mas com o som igualmente viciante.
Por ser uma banda relativamente nova no mercado, lançaram apenas um álbum, um mini álbum e um single (Let’s Walk Together).
O álbum nomeado “Touch” contém seis faixas e três músicas (com duas versões cada).
1 – Me
2 - Touch
3 – Killin’ Me
4 – Me (inst.)
5 – Touch (inst.)
6 – Killin’ Me (inst.)
O mini álbum nomeado “Too Hot 2 Handle” contém quatro faixas.
1 – Rockin’ The Club
2 – Too Hot 2 Handle
3 – Luv
4 – Today
E o mais novo single Let’s WalkTogether.
O que acharam? Também se apaixonaram, assim como eu? Deixem seus comentários e sugestões para os próximos posts.
Bom, hoje vou continuar a falar da Emilie (juro que este é o último post xD).
Aqui vai, em primeiro lugar, a discografia completa da Sra. Autumn. Como eu disse ontem, pessoas que curtem um musical, recomendo que ouçam as músicas do Fight Like Girl.
On A Day (1997)
On A Day, foi lançado em 1997. É um álbum completamente instrumental e foi gravado quando Emilie tinha 17 anos. O título "On A Day" se refere ao fato do álbum ter sido gravado em apenas um dia. Este álbum possui 3 músicas que foram escritas por Emilie: Willow, Reverly e On A Day... As demais são músicas originalmente de Bach, Leclair, Ortiz e Corelli, mas tocadas por Emilie.
4. Allegro, por Sebastian Bach 5. Adagio, por Jean-Marie Leclair 6. Tambourin, por Jean-Marie Leclair 7. Willow, por Emilie Autumn 8. Revelry, por Emilie Autumn 9. On a Day... por Emilie Autumn
By The Sword (EP) (2001)
By The Sword é um EP com 4 faixas. Esse EP foi a benefício das vítimas do atendado de 11 de Setembro.
Bom, esse é o meu preferido da Emilie. Opheliac foi lançado em Setembro de 2006 e foi gravado no Mad Villain Studios, em Chicago. Temos aqui o início da "Opheliac Era".
Laced/Unlaced é um disco completamente instrumentral lançado no dia 9 de março de 2007, exatamente no dia do meu aniversário xD. Laced, o primeiro CD é o relançamento de On A Day... O Unlaced, o disco 2, possui apenas músicas tocadas no violino elétrico, todas de autoria da Emilie. Além disso, o álbum possui 5 faixas bônus.
Bom, gente, é isso! Eu ia comentar sobre os livros dela e algumas curiosidades, mas o post iria ficar gigantesco. Então, numa próxima vez, não tão distante, postarei mais um pouco sobre a Emilie e seu trabalho magnífico.
Hoje vou falar um pouco sobre a mulher que inspirou meu apelido e, sobretudo, a voz que não pode faltar no meu cotidiano: Emilie Autumn Liddell, ou simplesmente Emilie Autumn.
Emilie é muito mais do que uma simples cantora do cenário gótico. Ela toca violino, cravo, é poeta, compositora e tem 3 livros: "Across The Sky And Other Poems", "Your Sugar Sits Untouched" e "The Asylum For Wayward Victorian Girls" (vale ressaltar que todos os poemas do "Across The Sky And Other Poems" estão também no livro "Your Sugar Sits Untouched").
Emilie Autumn (Emily Fritzges) nasceu no dia 22 de setembro de 1979, em Malibu, Califórnia. Começou desde cedo com o violino, praticando desde seus quatro aninhos de idade.
Entrou na "Coolburn School of Performing Arts" seis anos depois, onde começou a improvisar, inspirando-se em Nigel Kennedy. Abandonou a escola para estudar sozinha, pois sofria bullying de seus companheiros. Aos 15 anos, Emilie ingressou na "Indiana University School Of Music", em Bloomington, Indiana. Novamente, teve que abandonar a universidade devido os problemas com as autoridades universitárias por sua vestimenta e seu gosto musical.
Além disso, Autumn teve uma vida bastante conturbada. Desde sempre sofre de transtorno bipolar, o que a levou ter mudanças drásticas de humor, insônia e alucinações auditivas. Muitas de suas músicas são inspiradas na sua doença.
O coração que Emilie utiliza na bochecha é um símbolo de proteção devido os abusos sexuais que sofreu durante a infância/adolescência.
Em 2004, logo após a turnê que fizera com Courtney Love (vocalista da banda Hole e ex-mulher do Kurt Cobain) Autumn acabou por engravidar. Por medo do filho herdar o transtorno bipolar, ela optou por abortar (esse caso me deixou em um grande dilema). Após isso, passou por várias tentativas de suicídio, e Emilie acabou em uma clínica psiquiátrica. Assim que saiu, essa passagem foi a inspiração para o livro "The Asylum For Wayward Victorian Girls" que, nada mais nada menos, é um romance autobiográfico.
Bom, agora vamos comentar sobre seu trabalho. Emilie, para mim, é o símbolo da originalidade. Creio que nunca acharei uma artista tão única quanto ela. Suas músicas tem uma forte relação com a Era Vitoriana, nos fazendo entrar em contato com a história.
Outra coisa que analisamos na Emilie é a admiração que ela tem pelo Shakespeare: um de seus CD's possui o nome de Opheliac (Ofélia, personagem de Hamlet) que contém a música de mesmo nome. Além disso, ela tem um poema que chama "A que ponto um Shakespeare diz?" que diretamente já nos remete ao poeta. Para quem quiser ler, clique aqui.
Outro ponto interessante é que Emilie Autumn possui "eras" durante a sua carreira. A primeira delas é a "Era Enchant" ou "Enchant Era", como preferir. Esta era começa por volta do ano de 2003, quando foi lançado o álbum Enchant. As músicas desta época possuem uma combinação de neoclássico e influências da música celta.
Enchant Era
A "Era Opheliac" ou "Opheliac Era", particularmente a minha preferida, compreende de 2006 a 2011. Em 2006, Emilie lançou o álbum Opheliac, com músicas com uma pegada mais industrial, tendo a participação de seu violino elétrico e vocal gutural, como na música Liar. Em comparação ao Enchant, Opheliac é bem mais agressivo e obscuro.
Durante a "Opheliac Era" ela começou a fazer os shows ao lado das "The Bloody Cumprets", mulheres que atuam junto a Emilie, criando a atmosfera teatral durante as apresentações.
Além disso, em 2007, Emilie lançou seu álbum Laced/Unlaced, apenas com músicas instrumentais. O primeiro disco, Laced, é o relançamento do álbum On a Day de 1997.
Em 2008, lançou o Girls Just Wanna Have Fun/ Bohemian Rhapsody EP.
Ainda na "Opheliac Era", em 2009, Emilie finalmente lançou seu livro "The Asylum For Wayward Victorian Girls" (meu sonho de consumo).
O último álbum lançado de Emilie é o Fight Like Girl, em 2012, saindo da "Opheliac Era". Fight Like Girl é inspirado no livro "The Asylum For Victorian Wayward Girls". Sempre que ouço esse álbum, tenho a sensação de estar vendo um musical através das letras. Sei que muita gente ficou desapontada com esse álbum, mas... eu sou suspeita e adorei! Minha imaginação fica aguçada sempre que coloco Girls, Girls, Girls ou Scavenger! Ah, gente, eu super recomendo, ok?
Termino o post de hoje com duas músicas da Emilie, as duas do álbum Opheliac. Estas duas estão entre as primeiras que ouvi dela.
Desculpa mesmo não ter seguido corretamente com os posts do Nickelback. Era pra ser um post em cada dia da semana e acabou ficando 1 post por semana. Por isso vamos encerrar os posts sobre a banda hoje, com uma lista de nossas músicas favoritas.
Oii gente! Desculpem pela ausência por esses 10 dias! Estávamos um pouquinho... ocupadas, então não deu tempo de continuar com as postagens do Nickelback.
Retornando aos posts da banda, hoje vamos falar sobre a discografia deles.
O primeiro álbum lançado (como já mencionado no post anterior) foi Curb, lançado em setembro de 2006.
"Silver Side Up", produzido por Rick Parashar e lançado em 2001, possui algumas canções que pendem mais para o heavy. Esse álbum foi um dos maiores sucessos da banda.
"The Long Road", de acordo com o Chad Kroeger, foi o álbum mais "honesto", agressivo e emocional da banda. Foi lançado em setembro de 2003 e tem "Someday" como uma das principais músicas.
All the Right Reasons foi lançado em 2005 com direito a 7 singles lançados : Photograph, Animals, Savin' Me, Far Away, Rockstar, If Everyone Cared e Side Of Bullet. Creio eu que estas também são as músicas mais conhecidas deles.
Aqui vai o primeiro post da semana sobre a banda Nickelback!
Nickelback é uma banda de post-grunge canadense que foi formada em 1995, em Hanna, Alberta, pelos irmãos Chad Kroeger e Mike Kroeger, juntamente com Ryan Peake. Nessa época, Brandon Kroeger ocupava a bateria, porém logo depois foi substituído por Ryan "Nik" Vikedal. Brandon Kroeger participou apenas o primeiro álbum, Curb.
O segundo álbum da banda, The State, foi lançado no Estados Unidos em 2000, fazendo um grande sucesso que levou a banda a excursionar com grandes bandas como Creed, 3 Doors Down e Fuel.
Em 2001, Nickelback lança "Silver Side Up", produzido por Rick Parashar, mesmo cara que trabalhou com o Pearl Jam (um ícone do grunge). Esse álbum fez tanto sucesso que levou ao Nickelback 8 discos de platina no Canadá, o disco de platina quíntuplo nos Estados Unidos, o disco de platina triplo no Reino Unido, o disco de platina duplo na Austrália e o disco de platina na Alemanha e na Holanda.
De acordo com a Billboard, a banda foi a primeira da história a ficar mais de 102 semanas entre o Top Mundial e ter o álbum de rock mais vendido do século XXI.
O último álbum lançado pela banda, Here And Now (2011) permaneceu no número dois na Billboard 200 dos EUA, vendendo 227.000 cópias na primeira semana.
Grande banda, não? Até sexta terá muito mais sobre Nickelback e seu ótimo trabalho por aqui!
Deixe um comentário se conhece a banda e gosta tanto quanto nós! É sempre bom conhecer pessoas com o mesmos gostos!
Tá aí um gênero musical que poucos conhecem: o Anti-Folk. Vi o termo pela primeira vez quando li o livro Soul Love (uma das minhas melhores leituras de 2012, SUPER recomendo) e admito, quando fui pesquisar mais sobre o gênero eu simplesmente me apaixonei!
O Anti-Folk ou AntiFolk é considerado por alguns como uma evolução do folk e por outros como a combinação do punk e do folk. As letras são sobre assuntos do cotidiano e as músicas quase não possuem efeitos, ficando apenas o som do violão, guitarra ou piano. Sabe aquele tipo de música que acalma? Então...
O gênero já esteve presente em filmes como "500 dias com ela" e "Juno", dois filmes que, na minha opinião, possuem uma trilha sonora muito boa.
Separei uma listinha de links dos vídeos para as minhas músicas preferidas do AntiFolk pra vocês:
Regina Spektor - Us (essa é do filme "500 dias com ela", uma das primeiras músicas AntiFolk que ouvi)
Bom, é isso pessoal! Posteriormente farei um post sobre a trilha sonora dos filmes que mencionei aqui ;)
Espero que tenham gostado desse gênero "underground". Se já conheciam, coloquem suas recomendações aqui nos comentários.