Olá, pessoal! Como estão?
Depois de muito tempo sem postar, queria compartilhar com vocês um pouco sobre o novo museu que a Av. Paulista, coração de São Paulo, vai abrigar brevemente: o Instituto Moreira Salles, ou, apenas, IMS.
Foto do catálogo
A rua Piauí, no Higienópolis, já abriga o IMS atualmente, no entanto, como ressalta o próprio catálogo da foto, o espaço da galeria está "insuficiente para abrigar as grandes exposições (...) que promove". E, você que mora em São Paulo como eu: vamos combinar que a Paulista é um ótimo local para a instalação de um museu, não é mesmo?
O IMS foi projetado pelo escritório Andrade Morettin Arquitetos (se você curte arquitetura, dá uma olhada no trabalho deles que vale a pena) e abrigará "mostras de filmes, eventos musicais, (...) uma biblioteca, salas de aula para cursos, loja, um café e um restaurante".
A localização fica entre os metrôs Paulista, da linha amarela e o metrô Consolação, da linha verde. Ambos são extremamente pertos, então vale o que é mais conveniente pra você!
No site http://www.ims.com.br/ims/instituto/nova-unidade tem umas fotos bem legais da obra, pra quem tiver curiosidade.
Fui bastante breve nesse post, mas espero que gostem mesmo assim. Caso queiram, faço um segundo post falando sobre a construção em si.
Vou deixar, pra finalizar, a foto da maquete do projeto.
Abraço!
* As citações entre aspas foram retiradas do catálogo da foto.
Hoje venho com um post diferente do que estamos acostumadas a publicar, achei que seria legal compartilhar algo sobre uma realidade vivida por milhões de jovens todos os anos.
Agonia frequente, medo, incerteza: nada poderia descrever melhor a vida de um vestibulando do que essas palavras. Pra quem viveu ou está vivendo uma situação parecida sabe do que estou falando. O irônico mesmo é saber que todo o seu emocional depende unica e justamente de algumas folhas de papel. Não, pior: a chave para os seus maiores sonhos está naquelas folhas inertes e sem vida. E repito, é irônico, não? Horas e horas de dias, meses, até anos – todo o tempo destinado a essas benditas folhas. Sem contar a frustração após notar que o esforço e abdicação não foram suficientes e saber que não poderá tentar de novo, que seu sonho deverá ser guardado e armazenado em algum lugar da sua alma que te faça esquecer e seguir a vida por outros rumos. Exagero? Talvez. Mas sei que muitos são submetidos a tal sensação todos os anos.
Diante de uma vergonhosa discrepância no ensino brasileiro, o vestibular é uma questão a se pensar. Com um processo seletivo tão exigente, o que se concluir de um ensino básico público tão precário? E não só isso, seria o vestibular realmente o melhor (e mais justo) caminho para a universidade?
Bom, por hoje é só. Caso você esteja passando por essa situação, comenta aí! Fale o que pensa sobre o assunto, quem sabe não começamos um debate xD?
Eram oito horas da manhã. Acordei num pulo assim que - talvez por loucura da minha mente - ouvi um barulho que sinalizava uma invasão nas minhas coisas. Olhei ao meu redor, como uma toupeira tentando avistar algo em vão. Tateei o criado-mudo, à procura dos meus óculos. Olhei novamente, mas o quarto parecia vazio. Nenhum ser vivo estranho, nem sinal de passos pelo corredor. É... O meu sono estava pregando peças em mim.
Deitei novamente e fechei os olhos, pronta para aproveitar a 1 hora que me restava debaixo das cobertas.
Eu estava pegando no sono quando um barulho de carro atravessou a janela do meu quarto. Não era simplesmente um barulho de carro. Junto a ele vinha uma música irritante, como aqueles sonzinhos que utilizam pra fazer comercial de produtos, sabe?
Dali uns segundos, a música cessou. O carro parecia ter ido embora e a rua ficou em total silêncio. Será que agora eu poderia dormir?
E novamente o silêncio (e minha esperança) foi quebrado por aquela música proveniente do inferno. O carro tinha parado justamente abaixo da minha janela. É claro, por que não?
Ficou nessas por uns 10 minutos. E o pior: a música me trollava! Ela cessava por alguns segundos, alimentando a esperança de que a porcaria tinha acabado, mas começava de novo!
Eu estava decidida: iria levantar. E adivinha só? Quando eu estava de pé, pronta para deixar o quarto, ouvi o barulho do carro se afastando e levando a música do inferno consigo.
Que palhaçada! Quer saber de uma coisa? Depois dessa, vou passar longe do produto que estava anunciando nessa música!
E assim, saí do quarto pestanejando...
Depois de um período de estresse, correria e provas aparentemente intermináveis, finalmente estamos de volta! Essas férias vieram de jegue manco, só pode...
Mas enfim, o primeiro post deste segundo semestre será sobre o filme "Becoming Jane" ou, em português, "Amor e Inocência".
O filme, de Julian Jarrold, retrata a época em que os pais de Jane Austen estavam preocupados em lhe arranjar um marido rico, garantindo um futuro próspero para a filha caçula. O principal candidato é o neto da aristocrata Lady Gresham, o sr. Wisley. No entanto, Jane não tem interesse nenhum em casar-se simplesmente por dinheiro e, para completar, acaba se apaixonando pelo advogado Tom Lefroy.
Meus conhecimentos sobre a biografia de Jane Austen são bastante superficiais, portanto não posso confirmar a veracidade do que se passa no filme, mas creio que o romance de Lefroy e Jane foi mais breve do que retrata o longa.
Para quem já leu ou assistiu Orgulho e Preconceito notará as semelhanças entre a obra e a vida de Jane no filme, principalmente entre os casais protagonistas. Algo que também achei bastante parecido é a relação entre a Jane e sua mãe e a relação entre Elizabeth e a sr. Bennet em Orgulho e Preconceito.
Outra coisa que não deve escapar é a atitude de Jane. Digo, naquela época a mulher era vista como um mascote do homem, sempre dependendo do mesmo (e pior que tem gente que ainda pensa assim), mas a escritora possuía uma visão diferente. Não importava se todos diziam que ela iria afundar se não casasse com um homem rico, Jane insistia que podia se sustentar com a carreira de escritora, sem depender de ninguém. E, francamente, eu adoro quando as mulheres agem assim.
Amei ainda mais por ser a Anne Hathaway interpretando Jane Austen e, como cereja do bolo, temos James McAvoy como Lefroy... Preciso dizer mais alguma coisa? xD
Bom gente, é isso. Esse mês espero fazer muito mais resenhas pra vocês. Aproveitar, né? xD
Frankenweenie, um filme sombrio, fofo e comovente. Nem preciso dizer que amei, né? xD
Bom, coleguinhas, Frankenweenie conta a história de Victor Frankenstein que faz vídeos caseiros com o seu cachorro Sparky. O cãozinho é morto ao ser atropelado, deixando Victor completamente inconformado e triste. Graças a uma experiência durante uma aula de ciências, Victor é induzido a construir uma máquina para reviver Sparky. O experimento funciona, mas muitas surpresas, após isto, aparecem na vida do jovem Victor Frankensein.
Admito que fiquei agonizando até a hora do Sparky morrer. A cada hora que via aquela figurinha toda animada e fofa lembrava da minha cachorrinha. E quando ele morre? Meu Deus! Quase morri junto. Sim, eu sou exagerada ao se tratar de morte de cachorros...
Voltando, um aspecto que super considerei no filme foi a escolha de deixá-lo em preto-e-branco. Creio que isto ajudou a referenciá-lo com o cinema dos anos 30 e 40 (inclusive a época em que foi realizado um dos filmes do Frankenstein). Sem contar com as referências de outros filmes, como na cena em que os pais de Victor estão assistindo ao Drácula interpretado por Bela Lugosi ou a presença de uma tartaruga gigantesca que faz lembrar o Godzilla.
Para quem está interessado a assistir Frankenweenie (ou já assistiu) e nunca viu o Frankenstein de 1931, eu recomendo que veja. Acho legal para vocês observarem as semelhanças entre os dois filmes, principalmente o final, que assistindo Frankenweenie super lembrei do filme de 1931.
Um dos personagens que mais adorei foi o professor de ciências do Victor. Gostei de como mostraram a ciência através dele e nunca me esquecerei de quando ele diz "Para vocês ciência é magia e bruxaria porque tem umas mentes tão pequenas."
Para finalizar, Frankenweenie é bem mais fofo do que de fato sombrio, mas valeu a pena. Tenho certeza que você aí, curioso pra ver, vai se emocionar e acabar se apaixonando por algum daqueles personagens.
E, se você já assistiu ou já viu o curta de 1984 que deu origem ao filme, não esqueça de comentar sua opinião. Adoro quando vocês se manifestam!
Dia 3 de maio, enfim a estréia de "Somos Tão Jovens". Na companhia da Charlie do Chocolat à la Menthe e mais uma amiga nossa, lá fui eu assistir a este maravilhoso filme que mostra a juventude do nosso querido Renato Russo.
Se vai assistir ao filme, não espere que este conte o período do fim da vida do cantor, porque não conta. Como já falei, "Somos Tão Jovens" ressalta apenas o início de tudo, o que acontece
antes da Legião Urbana bombar.
Mas independente disto, valeu a pena. No início do filme, quando começou a tocar uma música da Legião, foi arrepiante (se não me engano era Tempo Perdido, não me recordo bem agora). Admito que sabia muito pouco sobre a história do Renato ou da Legião, mesmo que tenha passado toda minha vida escutando suas músicas por causa dos meus pais.
"Somos Tão Jovens" (aviso: spoilers!) começa com Renato enfrentando uma doença séria, e por isto é obrigado a passar grande parte do seu tempo dentro de casa, fazendo com que este se aproxime da música e de muitos livros. Não é à toa que o cara era culto daquele jeito, né?
O filme mostra também as diversas fases da vida de Manfredini: a época em que era professor de Inglês, o contato com o movimento punk (me surpreendi quando vi seu amor pelo Sex Pistols), a descoberta da sua sexualidade e, é claro, o surgimento do "Aborto Elétrico". A banda acaba após os desentendimentos do Renato com o baterista Fê Lemos(atual baterista do Capital Inicial). Depois daí, Renato começa a tocar sozinho, se tornando o "Trovador Solitário", como se auto-intitulava. Foi vaiado e rejeitado pelas canções mais calmas, mas logo retomou o sonho de criar uma banda com a ajuda de Bonfá e Dado, criando então (momento arrepio), a Legião Urbana. E olha só até onde esses caras foram... (fim dos spoilers xD)
"Somos tão Jovens" evidencia um dos momentos mais épicos da história da música nacional, no período que teve o surgimento de bandas como Plebe Rude, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, além, obviamente, da banda principal do filme.
Vi algumas críticas que iam contra a colocação de músicas de Renato em diálogos, afirmando que isto deixava a atuação muito "artificial", mas discordo. Achei legal em uma cena que está o Renato e a amiga Ana em uma festa e eles dizem "festa estranha, com gente esquisita". Logo olhei para minha amiga e fizemos a relação com "Eduardo e Mônica" xD
E outra, a atuação do Thiago Mendonça não deixou a desejar. O cara caprichou mesmo!
Garanto que você, fã ou não, irá se emocionar, querer cantar junto e tudo mais. É simplesmente demais.
Perdoem-me por fugir do que usualmente postamos por aqui, mas senti necessidade de escrever isto. Ressalto que é clichê, portanto, se não gostar, apenas ignore, ok? Ok.
Você aí, sei que algo te incomoda. Seja um amor não correspondido, um problema familiar ou qualquer outra coisa. Como incomodam, não? E aquela esperança vai se esvaindo, esvaindo... E a desistência bate na sua porta.
Você vai mesmo dar atenção à ela? Não, não, não e não. Você já prestou a atenção em si mesmo hoje? Independente da sua idade, você com certeza já deve ter aguentado muita porrada. E olhe só: você está aqui, com a cabeça erguida. Quantos em seu lugar teriam dado lugar ao suicídio? Você não tem ideia do quanto é forte! Você aí, que está gastando o seu tempo lendo isto, é incrível! Minto, incrível é um adjetivo que não chega aos pés do que você é. Portanto, nunca (nunca, ok?) desista. Nunca ache que não é bom o bastante ou que não irá conseguir. Mesmo que diga que a esperança se foi, ainda haverá 1 % habitando seu interior. Não se preocupe. Esse 1% irá te surpreender como nunca. Nada é em vão. Você vai superar todo e qualquer sofrimento que te consome de um jeito que nem imagina. Isso eu tenho certeza.
Lembram em janeiro, quando postei um pouco sobre anti-folk e falei sobre dois filmes que possuíam músicas do gênero na trilha sonora? Então, vou aproveitar hoje para postar a soundtrack do filme Juno, uma das minhas favoritas.
Bom, antes de listar as músicas, vou falar um pouco sobre o filme, né? Não adianta nada eu falar mil maravilhas da soundtrack e vocês não terem ideia de que filme estou falando (mesmo eu crendo que a maioria de vocês já tenham ouvido falar algo sobre).
O filme basicamente conta a história de Juno que engravida aos 16 anos do seu amigo Paulie Bleeker. No começo ela pensa em abortar, mas posteriormente busca casais para a doação do futuro bebê. E nessa procura, encontra Vanessa e Mark, o casal disposto para adotar.
É nesse enredo que ouvimos a voz de Kimya Dawson e sua banda The Moldy Peaches e até mesmo um cover dos protagonistas cantando e tocando "Anyone Else But You". E ainda ouvimos clássicos, como o Sonic Youth, Velvet Underground e Kinks.
Ok, chega de falação. Aqui vai a lista completa das músicas:
Bom, vocês que acompanham o blog sabem o quanto amo a Emilie Autumn, né? E no último post que fiz sobre ela falei que postaria um pouco sobre seus livros em breve e... tcharã! Esse dia chegou!
Hoje vou falar sobre o "The Asylum ForWayward Victorian Girls", o livro mais recente dela.
Bom, a tradução desse título seria mais ou menos "O hospício para garotas vitorianas rebeldes". O livro é uma autobiografia fictícia da cantora, onde ela conta suas próprias experiências em um hospital psiquiátrico através de dois personagens principais: Emilie e Emily, a personagem que vive na época Vitoriana.
Pelo que pesquisei a história é bem intensa, começando com a Emilie em sua tentativa de suicídio e logo a internação no hospital psiquiátrico. Lá ela mostra todo aquele universo perturbador que vivem os pacientes, expondo verdades inimagináveis.
No decorrer da narrativa, Emilie descobre uma dimensão paralela (creio que o universo de Emily, na Era Vitoriana), a qual confunde com a sua própria.
Essa fusão da história de Emilie e Emily passam a deixar, não só a personagem principal, mas o leitor confuso, se perguntando se o que lê é parte da autobiografia ou apenas ficção.
E por incrível que pareça, toda a história foi retirada de um diário real da cantora.
O livro é todo ilustrado, super bem trabalhado.
Lindo, né?
Infelizmente eu ainda não tive a oportunidade de ler este livro, já que não encontro em nenhum lugar para download, nem mesmo em inglês. E sabe lá quando chegará ao Brasil. (Se um dia chegar).
Sabe aquele filme para assistir com a família para descontrair e se comover? Este é "A Estranha Vida de Timothy Green".
Assisti no domingo passado e acabei gostando mais do que imaginava, e é claro, eu resolvi compartilhar um pouco sobre este filme com vocês.
Sinopse: "Um casal sem filhos enterra uma caixa em seu quintal, contendo todos os seus sonhos e desejos para uma criança. Eles são surpreendidos quando um garoto aparece à porta durante uma madrugada chuvosa. Estrelado por Jennifer Garner, Joel Edgerton e Cameron C.J. Adams. A direção é de Peter Hedges."
A Estranha Vida de Timothy Green (ou "The Odd Life of Timothy Green") é aquele típico filme da Disney que passa a mensagem "se você acreditar, tudo pode acontecer". E foi assim com o casal Green.
Particularmente, eu me diverti com várias cenas do filme. Os pais do Timothy, com todo aquele lance de pais inexperientes e super protetores, acabam sendo a maior comédia. E o Timothy... Ah, ele é uma graça! Que criança mais talentosa (e atrapalhada xD)! E ainda tem umas cenas românticas entre ele e a Joni, interpretada pela Odeya Rush.
Vale comentar também que o Timothy não é simplesmente uma criança... normal. Ele é excepcional, sim. Mas não só por isso. E nem pela sua aparição repentina na porta dos Green. Algo em sua aparência faz dele ainda mais misterioso.
A atuação de todos os atores foi ótima, sem contar que o menino que fez o Timothy é muito fofinho.
Admito que esse filme foge um pouco do que estou acostumada a ver, mas garanto: valeu a pena e super recomendo!
Se você já assistiu, não se esqueça de deixar um comentário expondo sua opinião :D
Deixo aqui o trailer para os interessados em assistir.
A Charlie do Chocolat à la Menthe deixou 2 memes disponíveis para quem quiser fazer, e nós, claro, resolvemos fazer um post sobre eles xD
Regras
O blogueiro tagueado devem responder a todas as perguntas;
Deve indicar 10 blogs que serão tagueados;
Os blogs escolhidos devem ter poucos membros (abaixo de 200). Pois a intenção é fazer com que eles sejam mais vistos.
Avisar os blogs tagueados.
01. Como escolheu o nome do blog?
Bom, o nome original do blog era Thoughts in a Waterfall, mas mudamos quando a Julye entrou na administração. Time For Tea é uma música da Emilie Autumn e além disso, a hora do chá é sempre boa para colocar os assuntos em dia, não?
02. Quanto tempo se dedica ao blog?
Bom, nós ultimamente temos dedicado o nosso tempo mais para os estudos do que qualquer coisa, então no máximo 1 hora.
03. Já teve problemas com comentários anônimos no blog? Qual?
Nenhuma de nós nunca tivemos, graças a Deus. E esperamos não ter que nos preocupar com isso.
04. Você se inspira em outro blog? Qual?
Não.
05. Quanto tempo está na blogosfera?
Julye: Há pouco tempo.
Emilie: desde 2008, quando criei o blog "Tudo sobre Disney". E sim, eu era fissurada por Disney.
06. Quantos blogs visita por dia?
Julye: Normalmente uns 3.
Emilie: Ah, depende muito. Hoje, por exemplo só visitei um, mas tem dias que visito 5...
07. Quantos livros lê por mês?
Julye: Depende do mês e dos compromissos que tenho.
Emilie: Não muitos, viu?
08. Livros curtos ou grandes?
Julye: Todos os livros que tiverem um bom conteúdo, não importa o tamanho.
Emilie: Prefiro livros curtos quando tenho pouco tempo pra ler, mas se eu estiver em uma livraria e tiver que escolher um livro para comprar, com certeza tamanho será irrelevante.
09. Já ficou sem inspiração para postar? Como superou isso?
Quem nunca?
Julye: Normalmente eu me distraio, vou ouvir música ou dançar, porque é nas horas mais inesperadas que a inspiração aparece.
Emilie: Bem, só supero isso quando converso com a Julye sobre o que postar no blog.
10. Pretende mudar algo no blog em 2013?
Pretendemos sim, mas até lá, vamos deixar como surpresa :3
Bom, hoje vou continuar a falar da Emilie (juro que este é o último post xD).
Aqui vai, em primeiro lugar, a discografia completa da Sra. Autumn. Como eu disse ontem, pessoas que curtem um musical, recomendo que ouçam as músicas do Fight Like Girl.
On A Day (1997)
On A Day, foi lançado em 1997. É um álbum completamente instrumental e foi gravado quando Emilie tinha 17 anos. O título "On A Day" se refere ao fato do álbum ter sido gravado em apenas um dia. Este álbum possui 3 músicas que foram escritas por Emilie: Willow, Reverly e On A Day... As demais são músicas originalmente de Bach, Leclair, Ortiz e Corelli, mas tocadas por Emilie.
4. Allegro, por Sebastian Bach 5. Adagio, por Jean-Marie Leclair 6. Tambourin, por Jean-Marie Leclair 7. Willow, por Emilie Autumn 8. Revelry, por Emilie Autumn 9. On a Day... por Emilie Autumn
By The Sword (EP) (2001)
By The Sword é um EP com 4 faixas. Esse EP foi a benefício das vítimas do atendado de 11 de Setembro.
Bom, esse é o meu preferido da Emilie. Opheliac foi lançado em Setembro de 2006 e foi gravado no Mad Villain Studios, em Chicago. Temos aqui o início da "Opheliac Era".
Laced/Unlaced é um disco completamente instrumentral lançado no dia 9 de março de 2007, exatamente no dia do meu aniversário xD. Laced, o primeiro CD é o relançamento de On A Day... O Unlaced, o disco 2, possui apenas músicas tocadas no violino elétrico, todas de autoria da Emilie. Além disso, o álbum possui 5 faixas bônus.
Bom, gente, é isso! Eu ia comentar sobre os livros dela e algumas curiosidades, mas o post iria ficar gigantesco. Então, numa próxima vez, não tão distante, postarei mais um pouco sobre a Emilie e seu trabalho magnífico.
Hoje vou falar um pouco sobre a mulher que inspirou meu apelido e, sobretudo, a voz que não pode faltar no meu cotidiano: Emilie Autumn Liddell, ou simplesmente Emilie Autumn.
Emilie é muito mais do que uma simples cantora do cenário gótico. Ela toca violino, cravo, é poeta, compositora e tem 3 livros: "Across The Sky And Other Poems", "Your Sugar Sits Untouched" e "The Asylum For Wayward Victorian Girls" (vale ressaltar que todos os poemas do "Across The Sky And Other Poems" estão também no livro "Your Sugar Sits Untouched").
Emilie Autumn (Emily Fritzges) nasceu no dia 22 de setembro de 1979, em Malibu, Califórnia. Começou desde cedo com o violino, praticando desde seus quatro aninhos de idade.
Entrou na "Coolburn School of Performing Arts" seis anos depois, onde começou a improvisar, inspirando-se em Nigel Kennedy. Abandonou a escola para estudar sozinha, pois sofria bullying de seus companheiros. Aos 15 anos, Emilie ingressou na "Indiana University School Of Music", em Bloomington, Indiana. Novamente, teve que abandonar a universidade devido os problemas com as autoridades universitárias por sua vestimenta e seu gosto musical.
Além disso, Autumn teve uma vida bastante conturbada. Desde sempre sofre de transtorno bipolar, o que a levou ter mudanças drásticas de humor, insônia e alucinações auditivas. Muitas de suas músicas são inspiradas na sua doença.
O coração que Emilie utiliza na bochecha é um símbolo de proteção devido os abusos sexuais que sofreu durante a infância/adolescência.
Em 2004, logo após a turnê que fizera com Courtney Love (vocalista da banda Hole e ex-mulher do Kurt Cobain) Autumn acabou por engravidar. Por medo do filho herdar o transtorno bipolar, ela optou por abortar (esse caso me deixou em um grande dilema). Após isso, passou por várias tentativas de suicídio, e Emilie acabou em uma clínica psiquiátrica. Assim que saiu, essa passagem foi a inspiração para o livro "The Asylum For Wayward Victorian Girls" que, nada mais nada menos, é um romance autobiográfico.
Bom, agora vamos comentar sobre seu trabalho. Emilie, para mim, é o símbolo da originalidade. Creio que nunca acharei uma artista tão única quanto ela. Suas músicas tem uma forte relação com a Era Vitoriana, nos fazendo entrar em contato com a história.
Outra coisa que analisamos na Emilie é a admiração que ela tem pelo Shakespeare: um de seus CD's possui o nome de Opheliac (Ofélia, personagem de Hamlet) que contém a música de mesmo nome. Além disso, ela tem um poema que chama "A que ponto um Shakespeare diz?" que diretamente já nos remete ao poeta. Para quem quiser ler, clique aqui.
Outro ponto interessante é que Emilie Autumn possui "eras" durante a sua carreira. A primeira delas é a "Era Enchant" ou "Enchant Era", como preferir. Esta era começa por volta do ano de 2003, quando foi lançado o álbum Enchant. As músicas desta época possuem uma combinação de neoclássico e influências da música celta.
Enchant Era
A "Era Opheliac" ou "Opheliac Era", particularmente a minha preferida, compreende de 2006 a 2011. Em 2006, Emilie lançou o álbum Opheliac, com músicas com uma pegada mais industrial, tendo a participação de seu violino elétrico e vocal gutural, como na música Liar. Em comparação ao Enchant, Opheliac é bem mais agressivo e obscuro.
Durante a "Opheliac Era" ela começou a fazer os shows ao lado das "The Bloody Cumprets", mulheres que atuam junto a Emilie, criando a atmosfera teatral durante as apresentações.
Além disso, em 2007, Emilie lançou seu álbum Laced/Unlaced, apenas com músicas instrumentais. O primeiro disco, Laced, é o relançamento do álbum On a Day de 1997.
Em 2008, lançou o Girls Just Wanna Have Fun/ Bohemian Rhapsody EP.
Ainda na "Opheliac Era", em 2009, Emilie finalmente lançou seu livro "The Asylum For Wayward Victorian Girls" (meu sonho de consumo).
O último álbum lançado de Emilie é o Fight Like Girl, em 2012, saindo da "Opheliac Era". Fight Like Girl é inspirado no livro "The Asylum For Victorian Wayward Girls". Sempre que ouço esse álbum, tenho a sensação de estar vendo um musical através das letras. Sei que muita gente ficou desapontada com esse álbum, mas... eu sou suspeita e adorei! Minha imaginação fica aguçada sempre que coloco Girls, Girls, Girls ou Scavenger! Ah, gente, eu super recomendo, ok?
Termino o post de hoje com duas músicas da Emilie, as duas do álbum Opheliac. Estas duas estão entre as primeiras que ouvi dela.
Desculpa mesmo não ter seguido corretamente com os posts do Nickelback. Era pra ser um post em cada dia da semana e acabou ficando 1 post por semana. Por isso vamos encerrar os posts sobre a banda hoje, com uma lista de nossas músicas favoritas.
Indicar 2 livros (no mínimo) que leu em 2012 e gostou.
Julye: Starters, O Livro Perdido das Bruxas de Salém e Magia ou Loucura.
Emilie: Filha da Floresta (um livro de fantasia perfeito!) e Soul Love.
Listar 3 livros (no mínimo) que deseja ler em 2013.
Julye: Gabriela Cravo e Canela, Love, Na Oficina do Tempo, Elite.
Emilie: O Retrato de Dorian Gray, Orgulho e Preconceito, Silêncio, Romeu Imortal e muitos outros...
Oferecer para mais 10 blogs ou pessoas e avisá-los.
Indicações no final do post, junto com as indicações dos seguintes memes.
Meme: Ao final dos 16.
Também recebemos esse meme de La Mademoiselle. Novamente, muito obrigada :3
Regras
Responder todas as perguntas:
Eu sou: Emilie: desorganizada, atrapalhada e a mosca que pousou na sua sopa. Julye: complexada, de todas as maneiras possíveis. Eu quero ser: Emilie: uma artista completamente feliz, acompanhada de um toque de loucura.
Julye: eu quero ser muitas coisas... Sonhar é de graça. Minha casa: Emilie: é minha caverna mágica.
Julye: é um santuário quando está calma.
Eu encano com: Emilie: brigas desnecessárias e gente folgada. Julye: gente falsa. Eu acredito: Emilie: em espíritos. Julye: em sonhos. Tenho medo de: Emilie: perder as pessoas que amo. Julye: muitas coisas, principalmente de fracassar. Acho graça de: Emilie: pessoas falando pudim quando estou tentando ficar séria. Julye: tudo. A vida é engraçada. Choro com: Emilie: sei lá, cara. Depende do meu humor. Julye: tudo Não vivo sem: Emilie: minha família, amigos, dogs, música, desenho e livros. Julye: pessoas e coisas que amo. Tenho mania de:
Emilie: batucar.
Julye: organizar as coisas. Eu tenho como heróis: Emilie: pessoas que conheço e personagens, seja de livros, animes ou filmes. Julye: alguns personagens de livros e pessoas da família Meu melhor amigo é: Emilie: pirada! Julye: totalmente louca Meu personagem de livro favorito: Emilie: Sorcha/ Nora Grey. Julye: Sherlock Holmes O Amor é: Emilie: relativamente complexo. Julye: incompreensível. Meu livro de cabeceira: Emilie: Filha da Floresta e os da série Hush Hush. Julye: Contos de Sherlock Holmes e Os Contos de Beedle, o Bardo. O livro que eu não emprestaria nem sobre juramento de morte: Emilie: livros que ganhei e aqueles que são de família. Julye: os livros mais velhos e frágeis que tenho. Meu sapato favorito é: Emilie e Julye: TÊNIS! Na minha estante não falta: Emilie: CD's, mangás e livros. Julye: livros! Meu autor preferido: Emilie: essa opinião pode mudar, mas admiro no momento a Juliet Marillier. Julye: não creio que tenha, depende muito das histórias. Um livro que me fez chorar: Emilie: Filha da Floresta. Julye: Harry Potter Aquela música que acompanha perfeitamente um livro em um dia de chuva: Emilie e Julye: depende da situação e do livro. As pessoas acham que: Emilie: sou estranha, doida e maliciosa demais (de acordo com meus amigos). Julye: não sei, as pessoas pensam o que querem pensar. O que eu mais ouço: Emilie e Julye: música Eu me sinto livre: Emilie: quando desenho, escrevo ou ouço música. Julye: quando estou sonhando. Rezo por/para: Emilie: que tudo ocorra bem. Julye: um mundo melhor com pessoas melhores. Meu ponto fraco: Emilie e Julye: pessoas que amo. Meu grande charme: Emilie: não tenho, cara. Julye: não sei, acho que carisma. De madrugada, eu: Emilie: penso ou escrevo e durmo. Julye: durmo. Quando não consigo, leio um livro No chuveiro eu canto: Emilie: qualquer música que me vier a cabeça. Julye: a música que estiver tocando. Eu tenho a ilusão de: Emilie: achar que determinadas coisas vão dar certo, quando não vão. Julye: conhecimento. O que eu faço quando ninguém está olhando: Emilie: canto, finjo estar tocando algum instrumento e fico imitando as ações dos meus personagens quando escrevo. Julye: danço loucamente ou converso comigo mesma. Ao menos uma vez no dia, eu tenho que: Emilie: ler, desenhar ou ouvir música. Julye: abraçar alguém. Um livro que marcou sua vida: Emilie: difícil cara, mas creio que Filha da Floresta e a série Percy Jackson e os Olimpianos marcaram bastante. Julye: vários, mas principalmente a série de Harry Potter e Percy Jackson. O melhor lugar para ler um livro: Emilie: um lugar sereno e tranquilo. Julye: qualquer lugar que eu considere confortável.
Pergunta da La Mademoiselle: Se você pudesse fazer qualquer coisa, nesse exato momento, o que faria? Emilie: iria conhecer o mundo. Julye: viajaria no tempo.
Indicar mais de 5 blogs.
As indicações desse meme estarão no final, junto com as indicações do selinho anterior.
Avisar os blogs indicados.
Usar ou não fotos.
Acrescentar uma pergunta para os blogs indicados:
O que você faria se hoje fosse seu último dia de vida?
O título deve ter sua idade.
Meme: Se sua vida fosse um filme
Esse meme também foi de La Mademoiselle e agradecemos infinitamente por tudo!
Regras
Abra sua lista de músicas No Ipod, celular, MP3 player, Windows media player, qualquer lugar.
Coloque no modo Aleatório.
Aperte Play.
Para cada pergunta abaixo, escreve o nome da música que estiver tocando.
Quando passar para a próxima pergunta, vá para a próxima música.
Adoramos demais esse último meme e, por incrível que pareça, algumas músicas caíram perfeitamente em certas ocasiões, mas outras... sem comentários né?
Ps: clique no nome das músicas se quiser ouvi-las!
Oii gente! Desculpem pela ausência por esses 10 dias! Estávamos um pouquinho... ocupadas, então não deu tempo de continuar com as postagens do Nickelback.
Retornando aos posts da banda, hoje vamos falar sobre a discografia deles.
O primeiro álbum lançado (como já mencionado no post anterior) foi Curb, lançado em setembro de 2006.
"Silver Side Up", produzido por Rick Parashar e lançado em 2001, possui algumas canções que pendem mais para o heavy. Esse álbum foi um dos maiores sucessos da banda.
"The Long Road", de acordo com o Chad Kroeger, foi o álbum mais "honesto", agressivo e emocional da banda. Foi lançado em setembro de 2003 e tem "Someday" como uma das principais músicas.
All the Right Reasons foi lançado em 2005 com direito a 7 singles lançados : Photograph, Animals, Savin' Me, Far Away, Rockstar, If Everyone Cared e Side Of Bullet. Creio eu que estas também são as músicas mais conhecidas deles.