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quinta-feira, 2 de junho de 2016

Um leve Desabafo

  Olá pessoal, estou voltando das cinzas! Hahaha

  Outro dia eu estava assistindo um episódio de Lie to Me (ótima série, btw) que me deixou revoltada por alguns aspectos. O episódio tratou um pouco (pelo o que eu entendi) sobre sexo na adolescência e racismo. Tentando não dar spoiler, o episódio retrata uma turma de garotas do colegial que fizeram um pacto de perder a virgindade com garotos universitários antes de saírem do colégio. E por ser um pacto, é claro, que as meninas precisavam provar pras outras o que havia acontecido, ou seja, gravar o ato. Uma delas fez isso com um garoto negro e esqueceu a câmera no quarto. Resumo da obra, o garoto foi preso (porque a menina era menor de idade) e o vídeo vazou na internet.
  O episódio questiona a rapidez com que o garoto foi preso relacionando com a questão racial, mas não vamos entrar no mérito dessa questão hoje. Vou dar uma de tiazona chata e vamos falar de um tabu da sociedade: sexo. A questão é que, no episódio, o garoto foi espancado na cadeia, tudo porque a menina (menor de idade, vamos enfatizar) não quis contar que o ato foi consensual, ou seja, ela quis transar com o garoto.
  Vamos lá. A minha opinião PESSOAL é que as pessoas (tanto meninos quanto meninas) deveriam se guardar para quando fossem maiores de idade, pois aí qualquer ato seria total responsabilidade dos que o cometeram, e para quando se sentissem prontas. Não estou aqui para julgar ninguém, nem homens e nem mulheres que fazem sexo da maneira que querem: antes dos 18, com qualquer um/uma que acham na balada, com a pessoa no primeiro encontro. Não é a minha vida e não é problema meu. A única coisa que me revoltou nesse episódio é: a menina quis, depois ficou com vergonha de falar pro pai, e por causa disso o garoto foi preso e espancado, e poderia muito bem ter sofrido outros tipos de agressão ou até mesmo sido morto na cadeia.
  O recado que quero deixar (e vocês são livres para discordar ou concordar com a minha opinião e deixarem as suas nos comentários) é que, não importa a idade que você tenha nem o seu sexo (e nem a escolha da sua sexualidade, mas também não vamos entrar muito nesse mérito hoje), mas assuma as consequências dos seus atos. Sexo não é só prazer, é responsabilidade. Se você, com menos de 18 anos já quer começar a sua vida sexual, saiba que ela vem com as responsabilidades e riscos (doenças, gravidez, etc). E se você se sente pronto(a) para assumir essas responsabilidades e riscos, então que seja de verdade. Se engravidar, assuma sua criança, se for transar com aquele cara ou aquela garota que você mal conhece, previna-se e tenha consciência de que, sim, algumas prevenções não são 100% e, caso saia algo errado daquilo que planejou, ASSUMA sua parcela de CULPA e RESPONSABILIDADE, não só jogue tudo nas costas dos outros.
  Esse era o recadinho, um desabafo da minha revolta, e desculpa o post meio sério, sei que não é a cara do blog, mas acho que é bom desabafar e passar opiniões para frente, assim como vocês também podem dividir opiniões e experiências conosco.

E é isso aí. ^^ valeu galeris,


Juu

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Realidade em poucas palavras

Olá pessoal!

Hoje venho com um post diferente do que estamos acostumadas a publicar, achei que seria legal compartilhar algo sobre uma realidade vivida por milhões de jovens todos os anos.

Agonia frequente, medo, incerteza: nada poderia descrever melhor a vida de um vestibulando do que essas palavras. Pra quem viveu ou está vivendo uma situação parecida sabe do que estou falando. O irônico mesmo é saber que todo o seu emocional depende unica e justamente de algumas folhas de papel. Não, pior: a chave para os seus maiores sonhos está naquelas folhas inertes e sem vida. E repito, é irônico, não? Horas e horas de dias, meses, até anos – todo o tempo destinado a essas benditas folhas. Sem contar a frustração após notar que o esforço e abdicação não foram suficientes e saber que não poderá tentar de novo, que seu sonho deverá ser guardado e armazenado em algum lugar da sua alma que te faça esquecer e seguir a vida por outros rumos. Exagero? Talvez. Mas sei que muitos são submetidos a tal sensação todos os anos. 
Diante de uma vergonhosa discrepância no ensino brasileiro, o vestibular é uma questão a se pensar. Com um processo seletivo tão exigente, o que se concluir de um ensino básico público tão precário? E não só isso, seria o vestibular realmente o melhor (e mais justo) caminho para a universidade?

Bom, por hoje é só. Caso você esteja passando por essa situação, comenta aí! Fale o que pensa sobre o assunto, quem sabe não começamos um debate xD?

Abraços! 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Senhoras e Senhores, a música do inferno

Eram oito horas da manhã. Acordei num pulo assim que - talvez por loucura da minha mente - ouvi um barulho que sinalizava uma invasão nas minhas coisas. Olhei ao meu redor, como uma toupeira tentando avistar algo em vão. Tateei o criado-mudo, à procura dos meus óculos. Olhei novamente, mas o quarto parecia vazio. Nenhum ser vivo estranho, nem sinal de passos pelo corredor. É... O meu sono estava pregando peças em mim.
Deitei novamente e fechei os olhos, pronta para aproveitar a 1 hora que me restava debaixo das cobertas.
Eu estava pegando no sono quando um barulho de carro atravessou a janela do meu quarto. Não era simplesmente um barulho de carro. Junto a ele vinha uma música irritante, como aqueles sonzinhos que utilizam pra fazer comercial de produtos, sabe?
Dali uns segundos, a música cessou. O carro parecia ter ido embora e a rua ficou em total silêncio. Será que agora eu poderia dormir?
E novamente o silêncio (e minha esperança) foi quebrado por aquela música proveniente do inferno. O carro tinha parado justamente abaixo da minha janela. É claro, por que não?
Ficou nessas por uns 10 minutos. E o pior: a música me trollava! Ela cessava por alguns segundos, alimentando a esperança de que a porcaria tinha acabado, mas começava de novo!
Eu estava decidida: iria levantar. E adivinha só? Quando eu estava de pé, pronta para deixar o quarto, ouvi o barulho do carro se afastando e levando a música do inferno consigo.
Que palhaçada! Quer saber de uma coisa? Depois dessa, vou passar longe do produto que estava anunciando nessa música!
E assim, saí do quarto pestanejando...

Emilie

domingo, 28 de abril de 2013

Clichê


Perdoem-me por fugir do que usualmente postamos por aqui, mas senti necessidade de escrever isto. Ressalto que é clichê, portanto, se não gostar, apenas ignore, ok? Ok.

Você aí, sei que algo te incomoda. Seja um amor não correspondido, um problema familiar ou qualquer outra coisa. Como incomodam, não? E aquela esperança vai se esvaindo, esvaindo... E a desistência bate na sua porta.

Você vai mesmo dar atenção à ela? Não, não, não e não. Você já prestou a atenção em si mesmo hoje? Independente da sua idade, você com certeza já deve ter aguentado muita porrada. E olhe só: você está aqui, com a cabeça erguida. Quantos em seu lugar teriam dado lugar ao suicídio?  Você não tem ideia do quanto é forte! Você aí, que está gastando o seu tempo lendo isto, é incrível! Minto, incrível é um adjetivo que não chega aos pés do que você é. Portanto, nunca (nunca, ok?) desista. Nunca ache que não é bom o bastante ou que não irá conseguir. Mesmo que diga que a esperança se foi, ainda haverá 1 % habitando seu interior. Não se preocupe. Esse 1% irá te surpreender como nunca. Nada é em vão. Você vai superar todo e qualquer sofrimento que te consome de um jeito que nem imagina. Isso eu tenho certeza.

Beijos!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


... E quando eu olho esses filmes, essas séries, algo dentro de mim diz que nunca serei capaz de fazer algo daquele nível. Você sabe o quanto isso machuca quando esse é o seu sonho de uma vida inteira? Não devemos desistir, é o que sempre dizem para nós, mas é difícil quando tudo parece conspirar contra você e seu maldito sonho. É por que ainda o persegue? Essa é uma excelente pergunta que deixarei sem resposta. Algo ainda te impulsiona - provavelmente se chama esperança, mas sempre tem aqueles dias. Ah, aqueles dias em que você vê um futuro, um sonho inalcançável. E isso é desesperador.

_Julye

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Firework

       Foi aquele o momento, os fogos como a marca da passagem, a marca do início de algo novo. De um ano novo. Os fogos pipocavam cheios de cores encantando meus olhos e meu coração. O som do lançamento dos fogos se confundiam com o som das batidas do meu coração, dizendo-me que este será um ano de realizações. Sonhos poderão, e deverão, se tornar realidade. Não fiquem parados esperando que as coisas boas venham até vocês, corram atrás daquilo que querem, da sua felicidade. Façam desse ano um ano de realizações. Ótimo 2013 para todos.

_Julye

domingo, 23 de dezembro de 2012

A estranheza de não se apaixonar

Depois de longos meses sem postar absolutamente nada e nem dar sinal de vida, forças das profundezas me forçaram a voltar. E volto com uma pequena homenagem para minha amiga. Espero que gostem ;)



"Seus pés balançavam enquanto estava sentada na beira do muro da ponte. Você provavelmente deve estar pensando "Isso é perigoso! Ela é louca?" Não tenha dúvidas, ela é maluca! Mas não trocava por nada a melhor visão que tinha do mar. E como aquela bela visão a fazia pensar... Sua mente era um furacão de pensamentos que nem mesmo ela entendia. Mas naquele dia seus pensamentos eram como comer brócolis enquanto se encara a melhor pizza de brigadeiro do universo. Sim, eram uma tortura para ela, pelo menos. Por que se sentia tão estranha? Muitas de suas amigas a parabenizavam pelo fato de não se apaixonar em vão, mas aquilo era tão... fora do comum. Normalmente garotas adolescentes passam horas e horas falando sobre suas paixões e como gostariam de ficar com algum carinha bonito da escola, mas ela não. Ela achava aqueles papos melosos tão... inúteis. E aquela dependência de um parceiro? Tudo conta do psicológico! E por mais que sua opinião sobre esse assunto fosse, para si mesma, incontestável, ela não podia evitar a pergunta: será que um dia se apaixonaria? Amaria? Faria tudo por um... cara? Era assustador imaginar si mesma em alguma daquelas situações de submissão. Por um breve momento, sentiu um frio percorrer a espinha. "Aquilo era... repugnante", pensou.
Desceu da beira do muro e permaneceu na calçada por alguns minutos.
- Talvez um dia eu entenda - sussurrou para si mesma. - Mas agora não. Quero viver minha liber...
Felizmente ou infelizmente, seus devaneios foram interrompidos pela voz de um dos garotos que jogavam futebol na praça, do outro lado da rua.
- Ei, garota, chuta a bola para cá.
Estava tão distraída que nem percebera o objeto preto e branco perto dos seus pés.
- Por que não vem pegar? - respondeu ela.
O garoto arqueou as sobrancelhas, quase como se recebesse um convite para um desafio. Ele estava sorrindo, um sorriso que a surpreendera.
Ela não contaria a ninguém, nem admitiria para si mesma, mas aquele cara tinha algo... algo que ela gostava.
Talvez não perceberia também que as respostas para seus pensamentos começariam ali. E talvez ela não era tão estranha quanto pensava. Tudo tem o seu momento e o dela era aquele."

Emilie